Mostrar mensagens com a etiqueta arte/factos sonoros e não-inodoros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta arte/factos sonoros e não-inodoros. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O meu mais novo


ERRATA

Por "meu", entenda-se: nosso
Por "nosso", entenda-se: do colectivo aranhiças & elefantes
Por "nosso" do colectivo, entenda-se: das aranhiças, dos elefantes, mas também das aranhantes e dos elefantiços (de tod@s os que o ajudaram a construir e d@s que agora os podem mastigar num leitor de cd's perto de si)




mais info sobre o prÓduto e o seu cÓnduto aqui:

domingo, 14 de março de 2010

Dois poemas sonoros de Steve Timm.


um trabalho de exploração do mínimo, através do manuseamento da unidade mínima de significação: o som. trabalho que é simultanemente uma exploração do máximo, pelo caminho da ambiguidade da significação. plurisignificação essa que é, em si mesma, o grau mais mínimo e o grau mais complexo da linguagem. a linguagem através da linguagem a dizer-nos como é quântica a linguagem.

terça-feira, 5 de maio de 2009

In a manner of speaking (plurissignificância)





In a manner of speaking

In a manner of speaking I just want to say
That I could never forget the way
You told me everything
By saying nothing
In a manner of speaking I don't understand
How love in silence becomes reprimand
But the may I feel about you is beyond words
Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Oh give me the words
Give me the words
That tell me everything

In a manner of speaking Semantiks won't do
In this life that we live we only make do
And the way that we feel might have to be sacrificed

So in a manner of speaking
I just want to say
That like you I should find a way
To tell you everything
By saying nothing
Oh give me the words
Give me the words
That tell me nothing
Oh give me the words
Give me the words
Give me the words
Give me the words
Give me the words